CENTRÃO NA CÂMARA E NO SENADO Vamos imaginar que amanhã no segundo turno das eleições 2026, é uma disputa da final da Libertadores entre Corinthians e Flamengo, as maiores torcidas do país, só que em jogos de ida e volta, no primeiro o Corinthians ganhou, mas o Flamengo viveu momentos mágicos com a sua torcida e nas redes sociais foi uma chuva de confiança e esperança pela virada e vencer o torneio mais importante da América do Sul.
Só que todos os jogos têm o árbitro, os assistentes e o var que controla o jogo para não deixar o jogo sair das “quatro linhas”. E o que isso tem a ver com a disputa de amanhã nas urnas?
Tudo. Os times vão jogar para vencer, mas quem vai levar a bola do jogo e controlar os dois lados será o Centrão e os deputados e senadores do bloco mais forte e que mais influência nos bastidores e o pior nos corredores de Brasília.
Com a reeleição do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), encaminhada e com uma boa margem contra um eventual concorrente do partido PL. A situação crítica está na casa do Senado federal e do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil), que está analisando e conversando para não perder a reeleição e depois quem será o novo presidente para os últimos dois anos para a eleição 2030, não será problema dele.
O fato é que os partidos do bloco chamado Centrão, vai ser o fiel da balança e a comissão de arbitragem e da sala do var para o vencedor do clássico Fla x Cor, que será definido amanhã.



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